terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Deslize

Aiiiiiiiiii, sexta-feira passada fui para um chá de panela de uma amiga e não me aguentei...ow coisa triste é ter cabeça de gordo, ter dificuldade em se segurar para não comer...pois é, passei dos limites, dos pontos, da vontade...e comi. Mesmo tendo econimizado pontos a semana toda me senti muito mal. Tive raiva, chorei, chateada comigo mesma.

Em seguida respirei fundo e pensei: cometi um deslize hoje,no restante de minha vida, tento compensar...e o restante do final de semana foi tranquilo. Consegui me controlar com o churrasco e a feijoada que teve na minha casa.

Ontem, segunda-feira, 18 de janeiro, começamos a malhar...foi muito bom, adorei. Sentimento de mais uma ajuda nessa tarefa tão difícil. Melhor ainda porque podemos contar com a atenção de um profissional de educação física que nos dá todas as orientações necessárias e nos deixa mais seguras.

Beijos e até mais

Joyce Moura

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Mirella Ciarlini


Sou uma gorda em recuperação há dois anos.
A cada dia uma vitória, um novo conhecimento, mais forças para manter o equilíbrio e o controle do peso pelo resto da vida.Com base na minha experiência de engordar, emagrecer, engordar... durante quase vinte anos, parei para entender e descobrir onde estava o erro.
Reuni tudo que consegui perceber num livro: Magra? Não. Gorda em Recuperação. E o livro deu origem ao Programa que reúne hoje mulheres que estão a fim de controlar o resultado na balança.
Um grupo de amigas que como eu estão afim de tentar ver a verdade de frente e usar PP pelo resto da vida. Eu perdi 30 quilos em 10 meses.
Hoje tenho 31 anos, 1,60 de altura, 60 quilos e graças a muita determinação e coragem para aceitar que eu seria gorda, mas em recuperação, pelo resto da vida, troquei o manequim 50 pelo 38.Quando estava com 94 quilos, não imaginava que chegaria tão longe.
Hoje sei que posso chegar onde quiser e que em breve perderei os últimos 2 quilos da minha meta. Hoje não sou uma nova mulher só por fora. A parte interior foi a que sofreu a mudança mais bonita. Deixar de pensar como gorda. Esquecer que comer era a melhor coisa do mundo, parar de acordar e dormir pensando em comida. Equilíbrio, conhecimento e uma balança para me dizer a verdade todos o dias. A obesidade não tem cura, tem controle e uma gorda em recuperação não tem dúvidas disso.
Dieta? Não como se fala por aí. Me reeduquei a partir do Programa de pontos do Dr. Alfredo Halpern. Com ele tenho o comando sobre a minha perda de peso. sem riscos, sem falhas, somente resultados. Alíado a esse importante conhecimento, todos os outros que fazem parte do universo de todos nós Gordos. Porque afinal de contas emagrecer todo gordo emagrece. O desafio de ser um Gordo em Recuperação é não ficar mais ganhando e perdendo nem que sejam 2 quilinhos pelo resto da vida.
Fico muito feliz de ser uma gorda em recuperação. Minha doença não tem cura, mas está sendo controlada. Já não sofro por ver comidas que prefiro não comer, não fico com água na boca sempre que alguém fala em comida, não como mais só por comer. Tudo isso sem sofrer, coisa que nunca pensei ser possível; Conseguir me aceitar e ser uma gorda em recuperação mudou minha vida.

Mirella Ciarlini

Primeira semana

Hoje faz uma semana que estou como gorda em recuperação e confesso que estou adorando essa nova fase. Começo a entender melhor alguns sentimentos, e o fato de poder compartilhar com outras pessoas que passam pelo mesmo problema tem ajudado e muito na conquista dos objetivos.

O meu maior problema é controlar a vontade de comer doces. Por isso, não eliminei a guloseima do eu cardápio, mas é claro que no lugar de comer uma panela de brigradeiro, troquei por uma fatia de doce de goiaba após o almoço e também a noite. Assim mato a vontade de comer doce e não exagero. Minhas tardes são os piores momentos.Como só trabalho pela manha, passo a tarde em casa, ociosa...e ócio é a cara de comida...kkk....Mas, consegui respirar fundo e mentalizar outros pensamentos....uhuauaha....Vamos conseguir!!!

OBS: Eu tenho trauma de balança doméstica(risos), mas essa está sendo minha amiga e estou até gostando desse lance de ver o peso todo dia...estimula, é um gás a mais!!!

JOYCE MOURA

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Meninas,

Tenho que dizer uma coisinha. Tô vivendo a ansiedade do início do meu processo de Gorda em Recuperação toda de novo. Fiquei muito feliz com o resultado da primeira "semana de ensaio". E já não vejo a hora de ver todas bem fininhas. Todas se sairam muito bem e agora têm 100% o controle da perda de peso nas mãos. Não tem erro. Pensem da forma correta, comam da forma correta e na próxima quinta vai ser um sucesso mais uma vez. Tenho que controlar a ansiedade. Tenmos 10 meses pela frente. E ansiedade todas já sabem, atrapalha o equilíbrio.

Vamos que vamos!!!! Demos a largada!! Agora é para valer.

Beijo Mirella.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

DIETA NÃO É TUDO

Dieta não é tudo: mudanças de comportamento são fundamentais na hora de perder peso
Estudo da Unifesp mostra que estratégias simples reduzem medidas e elevam autoestima
Do R7



Dizer que é preciso mudar hábitos alimentares para perder peso de maneira eficaz nem é novidade, certo? Mas a gente aposta que você, quando cisma que precisa emagrecer, corta um zilhão de itens do cardápio e acaba esquecendo de um detalhezinho fundamental: mexer também no seu comportamento.
Trocar o elevador pela escada, descer alguns pontos de ônibus antes do seu destino final, optar sempre por atividades que exijam algum exercício físico... Atitudes simples causam um tremendo impacto na hora de se livrar de uma barriguinha mais proeminente. E nem adianta torcer o nariz, porque o fato é comprovado.
Testado e aprovadoUm estudo feito pela área de Medicina Comportamental do Departamento de Psicologia da Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo) acompanhou 40 voluntárias com obesidade, pesando em média 84 Kg, que decidiram emagrecer sem usar qualquer medicamento, valendo-se apenas de metas que elas realmente conseguiriam cumprir (ou seja, sem regimes malucos ou exageros na academia).
Acompanhadas por nutricionistas e psicólogas, as mulheres foram incentivadas – em primeiríssimo lugar - a investir principalmente na autoestima. Acredita que a maioria delas sofria de compulsão alimentar justamente por não se gostar - ou era ansiosa demais e acabava descontando tudo no prato de comida? E elas nunca prestaram atenção nisso, claro. Não conseguiam perder peso e nem sabiam o porquê.
Encaminhadas para o devido tratamento, as voluntárias seguiram para uma próxima etapa: a procura por hábitos saudáveis e compatíveis com a realidade de cada uma. Foi basicamente aqui que entrou a história de trocar o elevador pela escada e tudo o mais. Elas deram um basta aos regimes doidos que recebiam por correntes de e-mail e decidiram dar um voto para a própria saúde. Uma delícia!
Obviamente, o cardápio das voluntárias sofreu alterações, sim. Mas nada radical, vale lembrar. Bem ao contrário, a ideia do projeto era sugerir que as pacientes procurarassem alternativas mais saudáveis para a rotina que elas já seguiam. Sem grandes esforços. Felizes.
Ao final do projeto, que durou dez meses, veio o surpreendente resultado: em média, cada mulher perdeu 4 Kg. E com autoestima reestabelecida, ganharam forças para tentar entrar, cada vez mais, em boa forma...
... Porque não há nada mais desanimador – ao menos para alguém que quer perder peso - do que se esforçar, se esforçar, se esforçar e não conseguir diminuir um centímetro do manequim, sequer. Certo?
Quem sabe este não é o toque que faltava para você conquistar, de uma vez por todas, o corpo que sempre sonhou, hein? E mais: quem sabe não é disso que você precisava para lutar no time da sua própria saúde?
Inspire-se!
Veja (e faça) receitas deliciosas e saudáveis:

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Joyce Moura


Eita que apesar de ser jornalista, é dificil demais escrever sobre nós....Mas, vamos lá...

Meu nome é Joyce Moura, esse é o nome artístico, porque meu nome quase não cabe nas linhas destinadas a assinaturas. Ele, completo, é Joyce Rose Moura Lima Ferreira.

Então para facilitar a vida, o nome “artístico” é Joyce Moura. Tenho 27 anos, como já falei, sou jornalista com pós graduação em Marketing Político. É isso mesmo, gosto de política e adoro trabalhar em campanhas eleitorais, por isso, se tiverem
uma campanha esse ano, estou pegando!(risos)

Nasci em Mossoró, mas passei 9 anos morando em Campina Grande na Paraiba,só voltando a terrinha no final de 2008. Por isso, me sinto um pouco mossorocampinense e quem me conhece sabe como é dificil me desligar da cidade paraibana.

Desde criança sou gordinha, fofinha, fofíssima...Por algum tempo pensei que me aceitava como sou, mas hoje, vejo que nunca me aceitei, apenas empurrei com a barriga. Talvez porque quando somos crianças, é sempre fofinho ser gordinha...mas o tempo vai passando e o que era fofinho torna-se chatinho.

Nunca tive problemas com atividades físicas, ao contrario, sempre fui “amostrada”. Sempre pratiquei esportes, danças...e pasmem: adoro fazer abdominal, isso mesmo...Por isso, não tenho dificudade nenhuma em ir a academia e malhar cerca de 2 horas.

Agora o problema, ahhh esse problema que me acaba...o tal do doce. Isso mesmo, adoooroo doce e as vezes como bem pouco no almoço ou jantar para compensar na sobremesa. Não me botem uma panela de brigadeiro...que é minha tentação.

Já fiz mil e uma dietas, emagreço e sempre volto ao peso não desejado. Afinal, comer é bom demais né? Está sendo dificil emagrecer a cabeça, parar de pensar como gordo, parar de desejar comidas gostosas. Ah como eu queria passar em frente as travessas de saladas e pensar: Ai, que delicia essa alface, esse brocolis, essa acelga....mas, meu pensamento passa bem longe disso.

Hoje é o sexto dia como Gorda em recuperação e confesso que o pensamento obeso me acompanha por alguns minutos, mas, também, alegro-me porque estou conseguindo deixa-lo de lado e mentalizar outras coisas.

Sei que vou conseguir, afinal, quero e sou capaz !

Boa sorte para nós!!!

Abraços

Joyce Moura

Quem sou eu?


Gente,


Hoje é o quinto dia como gorda em recuperação, até então não tinha sido tão difícil como hoje. Daí, como escrever, pra colocar o que sinto pra fora, tá se tornando uma constane na minha vida, resolvi dividir com vocês a minha angústia e, também, apresentar o meu perfil, que foi o que propomos no primeiro encontro.


Eu, Gabi Damásio, tenho 26 anos (mas, costumo dizer que tenho 22), formada em administração com habilitação em marketing, pela FARN, trabalho na área de eventos.

Tô em Mossoró tem uns 6 meses, moro sozinha, ainda não estruturei minha casa aqui, ou seja, como sempre na rua, sempre porcaria, sempre besteira, não vivo sem a coca normal - é, tem que ser a normal.

Com doces eu não tenho problema, não é meu forte, não faço questão. Mas, os salgadinhos(coxinhas, empadas e tudo desse segmento...) eu me acabo e nunca fico satisfeita com um só.

A refeição que mais consigo controlar é o café da manhã, ou é um suco de caixa ou um nescau, ou um danone. Tô tentando fazer o mesmo com o jantar, mas ontem fui comer pizza no xerifes e até a doce que não sou fã, eu comi também...


Pior mesmo, é você ter que se arrumar pra sair, ficar escolhendo a roupa que marca menos, pra tentar parecer menos fofinha... Esse é o adjetivo carinhoso que as pessoas que gostam de você lhe chamam pra parecerem educados.


Nunca fui tão gorda não, mas sempre estive acima do peso. A fase que mais estive magra foi quando fiz redução de mama, sequei tudo. Mas, depois de uns 6 meses voltei a engordar e daí fui oscilando. porém, nunca me enti tão obesa como agora.


A coisa que mais gosto nessa vida é comer, faço com tanto gosto, tanta vontade... tá sendo bem complcado segurar a onda, mas eu sou dterminada, eu sei que consigo.


Desculpa o desabafo, mas é que tô sonhando com tudo que eu gosto de comer ao mesmo tempo.


Gabi D.